Os objetos de aprendizagem são ferramentas valiosas quando tratamos do ensino e da aprendizagem.
Como disse Paulo Freire: "Crescer como profissional, significa ir localizando-se no tempo e nas circunstâncias [...]".
Os tempos são outros! Nossos alunos aprendem de múltiplas formas, e as circunstâncias da "era tecnológica" nos permitem uma inovação mais dinâmica com o uso de tecnologias digitais.
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A pergunta que não quer calar...
Sabemos que os meios de comunicação assim como os artefatos tecnológicos e digitais, bem como toda a sociedade continua a se transformar. Com isso, o uso de TIC em ambiente escolar possibilita novas metodologias para aprender e ensinar. Ou seja, há um potencial pedagógico quanto ao se uso que pode ser usado para alcançar a democratização do conhecimento, por exemplo. Isso incluí não lançar fora nas instituições de ensino que a criança e o jovem aproveite de instrumentos típicos de se universo cultural. Entretanto, tais tecnologias tendem a seguir ocupando um "não-lugar" na sala de aula. Meu questionamento é o seguinte: Como superar a resistência do docente quanto ao uso de tecnologias digitais em sala de aula?
Oi Gi, Acredito que, nós professores e comunidade escolar, só vamos superar a resistência em utilizar as novas tecnologias quando conseguirmos nos desprender do ensino tradicional, e isso engloba uma série de fatores, desde o currículo escolar até a formação continuada. É um grande caminho até chegar lá, mas estamos indo no rumo certo, principalmente com a crescente discussão em torno desse tema em várias instâncias da sociedade. abçs
Obrigada, Lu por sua colaboração! ;) Concordo contigo também que é essencial repensar o currículo do ensino superior desde o início da formação docente até a forma continuada destes profissionais.
Exatamente, Alana! A formação do profissional que atua e atuará na educação precisa revista para contemplar as práticas educativas com o uso de tecnologias.
Concordo com a Alana, quanto mais formação, cursos, atividades diferenciadas forem ofertadas, mais ampliado será o universo de possibilidades deste professor, assim ele poderá se sentir estimulado a trazer essas inovações para o seu fazer pedagógico.
Verdade, César! Essencial bater na "tecla" da oferta de mais cursos que envolvam a alfabetização tecnológica desde o início da carreira docente até mesmo a formação continuada do profissionais atuam na área a mais tempo.
Como docente, creio que parte de nós iniciarmos o uso com práticas e projetos que gradualmente atingirá não só a unidade educacional, mas irá formar também agente de modificação.
Concordo contigo, Vanderléia! Nós somos os profissionais "multifacetados"! E por levar esse mérito também precisamos estar engajados em práticas que favoreçam mudanças através de uma práxis que atinjam os reais objetivos.
Acredito que a maior barreira ė o conflito de gerações, os professores que estão em sala cresceram e aprenderam em uma época diferente, com princípios diferentes e internalizaram uma imagem professor, percebo que muitos resistem, pois não compreendem a necessidade em usar a tecnologia e até mesmo abominam como mais um dos meios que distrai e e"emburrece"a criança, mesmo que sendo um dos que mais utilizam para coisas inclusive a supérfluas. Tentar compreender como esta geração aprende para então utilizar a tecnologia, para mim é se desprender do passado.
Oi Giliane. Acho que o professor necessita pensar a educação na comtemporaneidade. Como se faz educação hoje? Como a sociedade se caracteriza hoje? Formamos cidadãos nas escolas e, portanto, precisamos estar sempre atentos as demandas sociais. Vivemos na "era tecnológica", logo a escola e toda a comunidade escolar precisa estar atento para isso. Adorei seu blog, parabéns!!
Oi Gi,
ResponderExcluirAcredito que, nós professores e comunidade escolar, só vamos superar a resistência em utilizar as novas tecnologias quando conseguirmos nos desprender do ensino tradicional, e isso engloba uma série de fatores, desde o currículo escolar até a formação continuada. É um grande caminho até chegar lá, mas estamos indo no rumo certo, principalmente com a crescente discussão em torno desse tema em várias instâncias da sociedade.
abçs
Obrigada, Lu por sua colaboração! ;)
ExcluirConcordo contigo também que é essencial repensar o currículo do ensino superior desde o início da formação docente até a forma continuada destes profissionais.
Oiee, acredito que com mais formações na área, o professor se sentirá mais seguro e assim poderá repensar sua prática
ResponderExcluirExatamente, Alana!
ExcluirA formação do profissional que atua e atuará na educação precisa revista para contemplar as práticas educativas com o uso de tecnologias.
Concordo com a Alana, quanto mais formação, cursos, atividades diferenciadas forem ofertadas, mais ampliado será o universo de possibilidades deste professor, assim ele poderá se sentir estimulado a trazer essas inovações para o seu fazer pedagógico.
ResponderExcluirVerdade, César!
ExcluirEssencial bater na "tecla" da oferta de mais cursos que envolvam a alfabetização tecnológica desde o início da carreira docente até mesmo a formação continuada do profissionais atuam na área a mais tempo.
Como docente, creio que parte de nós iniciarmos o uso com práticas e projetos que gradualmente atingirá não só a unidade educacional, mas irá formar também agente de modificação.
ResponderExcluirConcordo contigo, Vanderléia!
ExcluirNós somos os profissionais "multifacetados"! E por levar esse mérito também precisamos estar engajados em práticas que favoreçam mudanças através de uma práxis que atinjam os reais objetivos.
Acredito que a maior barreira ė o conflito de gerações, os professores que estão em sala cresceram e aprenderam em uma época diferente, com princípios diferentes e internalizaram uma imagem professor, percebo que muitos resistem, pois não compreendem a necessidade em usar a tecnologia e até mesmo abominam como mais um dos meios que distrai e e"emburrece"a criança, mesmo que sendo um dos que mais utilizam para coisas inclusive a supérfluas. Tentar compreender como esta geração aprende para então utilizar a tecnologia, para mim é se desprender do passado.
ResponderExcluirOi Giliane. Acho que o professor necessita pensar a educação na comtemporaneidade. Como se faz educação hoje? Como a sociedade se caracteriza hoje? Formamos cidadãos nas escolas e, portanto, precisamos estar sempre atentos as demandas sociais. Vivemos na "era tecnológica", logo a escola e toda a comunidade escolar precisa estar atento para isso. Adorei seu blog, parabéns!!
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